Ausência
As pessoas que não vemos, mesmo os amigos mais queridos, aos poucos se evaporam no decurso do tempo até ao estado de noções abstractas, e o nosso interesse por elas torna-se cada vez mais racional, (...) Por outro lado, conservamos interesse vivo e profundo por aqueles que temos diante dos olhos. (...) Tão presa aos sentidos é a natureza humana. Por isso, aqui também são sábias as palavras de Goethe: O tempo presente é um deus poderoso.
Arthur Schopenhauer


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